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Vistoria de imóvel vale a pena? Trata-se de uma ferramenta de apoio às transações imobiliárias

A vistoria de imóvel para fins de locação não ser vista apenas do ponto de vista de uma exigência legal. Antes de tudo, ela é um instrumento que traz transparência e segurança às partes envolvidas, e pode ser utilizada como uma poderosa ferramenta de apoio às transações imobiliárias em geral. Para isso, podemos recorrer a empresas especializadas com “expertise”, credibilidade e know how.

Vistoria para Locações

Além de estar prevista para efeitos de locação de imóveis, é interessante para as partes que também no ato de entrega se faça nova vistoria, para uma melhor constatação e comparação dos registros feitos anteriormente. Hoje, podem ser feitas vistorias que, além da constatação das condições do imóvel para fins de locação, também agregam às mesmas a possibilidade de se realizar um registro de todo o conteúdo (imóvel locado com mobiliário). Com isso, gera-se um inventário do conteúdo do imóvel, documento que gera um TERMO DE INVENTÁRIO a ser conferido e assinado entre as partes quando da entrada e entrega do imóvel. Todos os elementos desta vistoria, podem ter anexados um “registro fotográfico”, além de minuciosa descrição dos objetos.

Vistoria para compra e venda

Uma outra face interessante deste tipo de vistoria, é que ela pode muito bem servir para os interessados em transações de compra e venda de imóveis, pois possibilita às partes um registro das exatas condições do imóvel em níveis estéticos quando da assinatura do Contrato de promitente Comprador ou do recibo de compra e venda definitiva. Também este laudo de vistoria é acompanhado, além da descrição, de registro fotográfico, qualquer que seja o imóvel. E nada melhor que contratar uma empresa especializada, para a realização de um laudo de vistoria imparcial e justo para as partes.

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Através dele, o vistoriador realiza a vistoria através do seu celular ou notebook diretamente do local onde está.
No caso de imóveis por exemplo, ele define a quantidade de cada cômodo (2 quartos, 1 banheiro, 1 cozinha) e inicia a vistoria. Ao finalizar, a empresa recebe um e-mail em tempo real, com a vistoria já padronizada (com as melhores práticas do mercado) e aberta para customização.
Após finalizar sua vistoria de entrada, ela também serve de base para você realizar a de retificação (contestação) e a de saída, o que facilita seu trabalho e economiza tempo.
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Fonte: CRECI RS

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Vistoria de imóveis para avaliação e definição de valor leva cerca de dez minutos

“Demorou cerca de dez minutos. Achei que [o engenheiro] iria abrir as torneiras, mas ele só olhou”, relata a jornalista Aline Ferreira, 26, sobre a avaliação feita em seu apartamento em Santa Cecília (centro de São Paulo).

“A vistoria é feita visualmente”, confirma o engenheiro Eduardo Burger, da Avaliar, que realizou o procedimento no apartamento de Ferreira. Verificam-se defeitos como trincas e presença de umidade nas paredes, diz.

“Consideramos a idade aparente do imóvel. O prédio pode ter 40 anos, mas a unidade pode ter cara de cinco ou de dez se foi reformada.”

Ao coletar dados para a análise comparativa, Burger, que afirma fazer esse trabalho há mais de 20 anos, diz que, “a princípio”, o porteiro é tido como uma “fonte fidedigna, séria”.

“Às vezes você ignora a informação se vê que a pessoa fala bobagem”, pondera. “Há, por exemplo, o porteiro doutrinado por quem quer comprar o imóvel, para passar um certo valor. Com os anos de experiência, você percebe a malandragem.”

Quando o cliente pede uma reavaliação, o trabalho demora mais, de cinco a dez dias -na primeira, são de três a cinco. É feito um laudo mais complexo, com um maior número de elementos.

Discordâncias na avaliação geralmente surgem quando o preço do bem se aproxima de valores que dividem linhas de crédito. Para se enquadrar no SFH (Sistema Financeiro da Habitação), que viabiliza juros menores, o imóvel não pode valer mais que R$ 500 mil -o mesmo teto se aplica para obter a liberação do FGTS.

“Há mais divergências no caso de imóveis usados, em que os acabamentos e o estado de conservação variam mais”, observa o advogado Marcelo Manhães, presidente da Comissão de Direito Urbanístico da OAB-SP.

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Fonte: Folha.com

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Ações locatícias caem 21,9% na cidade de São Paulo em setembro

No acumulado do ano, queda atinge 10,9%, de acordo com levantamento feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) no Fórum paulistano

Em setembro, o Fórum da cidade de São Paulo registrou 1.593 ações locatícias. Isso representa uma queda de 21,9% frente ao mesmo mês de 2009, quando foram contabilizadas 2.040 ocorrências, conforme levantamento do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

“Tudo indica que as alterações ocorridas no final do ano passado na legislação do inquilinato já começam a surtir efeito. Também é preciso considerar que, em tempos de crescimento econômico, os conflitos entre locatário e locador são menos frequentes”, afirma Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Sindicato. Em relação a agosto deste ano, quando foram apuradas 1.807 ações, a redução foi de 11,8%.

De acordo com o Fórum paulistano, a falta de pagamento do aluguel continua sendo o principal motivo das ações locatícias. Em setembro, houve a entrada de 1.290 processos, equivalente a 81% do total de ações. As ordinárias ocuparam a segunda colocação, com 234 processos (14,7% de participação). As ações renovatórias, com 58 ocorrências, e as consignatórias, com 11, participaram com 3,6% e 0,7%, respectivamente.

Com relação ao volume de ações acumulado, houve redução de 10,9% no período que vai de janeiro a setembro em comparação com idêntico período de 2009. Foram 15.888 ações, contra as 17.829 do ano passado.

Análise regional

Dos 13 fóruns regionais analisados, dez diminuíram o volume total de ações locatícias entre janeiro e setembro de 2010 comparativamente ao mesmo período de 2009.

As ações locatícias nos fóruns regionais apresentaram as seguintes variações:

  • Freguesia do Ó: Registrou a maior queda entre as regionais nos nove meses de 2010, com variação de -27,9% em relação ao mesmo período de 2009.
  • Parelheiros: Apresentou o aumento porcentual mais expressivo, de 220% entre os dois períodos.

Os três maiores fóruns da cidade em número de ações locatícias apresentaram as seguintes variações no acumulado de janeiro a setembro de 2010, frente a idêntico período do ano passado:

  • Santana: Total de 2.413 ações locatícias (variação de -20,3%);
  • Santo Amaro: Total de 1.661 ações locatícias (variação de 6,5%);
  • Jabaquara: Total de 1.095 ações locatícias (variação de -1,3%).

Significado de cada ação

Consignatória – movida quando há discordância de valores de aluguéis ou encargos, com opção do inquilino pelo depósito em juízo.

Falta de pagamento – motivada por inadimplência do inquilino.
Ordinária – relativa à retomada de imóvel para uso próprio, de seu ascendente ou descendente, reforma ou denúncia vazia.

Renovatória – para renovação compulsória de contratos comerciais com prazo de cinco anos.

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Aluguel: contratação de seguro-fiança para de crescer em SP

A participação do seguro-fiança entre as modalidades de garantia das locações residenciais na cidade de São Paulo se estabilizou entre 2010 e o ano passado.

Levantamento feito pela Lello, empresa de administração imobiliária, apontou que, neste ano, 25% dos contratos de locação firmados foram realizados por meio do seguro-fiança. Em 2009, o percentual verificado pela administradora foi o mesmo.

Ainda assim, a modalidade seguem em alta na comparação com períodos anteriores. Em 2004 e 2005, por exemplo, a participação do seguro havia sido de 9% e 13%, respectivamente.

Fiadores

Os fiadores também estacionaram no índice de participação nas locações, com 60% dos contratos de aluguel neste ano, mesmo índice apurado em 2009 e 2008.

O depósito caução seguiu pelo mesmo caminho e se manteve nos 10% do total de locações, desde 2008. Fiança bancária, caução de imóvel e carta fiança, que juntas vêm representando 5% do total, também mantiveram os seus patamares.

“O seguro-fiança teve expressivo crescimento ao longo desta década, dobrando sua participação no mercado, chegando agora a um patamar de estabilidade. É uma modalidade interessante, especialmente para os candidatos a inquilinos que não desejam pedir favores a amigos e parentes, em busca de um fiador”, afirma a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.

Modalidades

Uma pesquisa feita pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), divulgada no início do mês, revelou que três novas modalidades de garantia em locações começaram a ganhar espaço nos contratos realizados em setembro na cidade de São Paulo.

A locação sem garantia, o aluguel com caução de imóveis e o por cessão fiduciária apareceram, cada um, em 0,32% dos contratos efetivados nas 531 imobiliárias pesquisadas.

Fonte: UOL Casa e Imóveis

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Comprar ou alugar imóvel? Ideal é evitar armadilhas financeiras

O que é mais vantajoso: comprar ou alugar um imóvel? Para os especialistas ouvidos pela InfoMoney, mais do que responder a esta questão, o mais importante é livrar-se das armadilhas financeiras que as duas ações podem ter.

Por isso, é importante ficar atento à leitura dos contratos, de compra ou de aluguel, e às condições dos imóveis. E ainda adequar as suas necessidades à sua renda.

Perigos na hora da compra

Comprar um imóvel significa, para muitos brasileiros, comprometer a renda por um período muito longo. “Essa é a principal armadilha quando se pensa em comprar um imóvel: dar um passo maior do que as pernas”, afirma o educador financeiro Álvaro Modernell.

Ele reforça que o comprometimento da renda da família com o financiamento da casa não deve ultrapassar os 30%. Para o educador financeiro Mauro Calil, o importante é ficar atento aos juros desses financiamentos. “O preço pago pelo imóvel é aquele que sai do seu bolso”, afirma.

Para Calil, um imóvel anunciado por R$ 200 mil acaba saindo por R$ 400 mil com o financiamento. E quando o mutuário revende a unidade por R$ 400 mil, acredita que ganhou 200 mil. “No final das contas ele não ganhou nada”, conclui. Esse aumento no valor não deve-se, contudo, apenas aos juros, embora eles representem boa parte do preço que o consumidor paga.

O educador reforça que existem outros elementos que elevam a conta final. “Você vai pagar cartório, despesas ligadas à transação, taxas”, diz. “E antes de fechar o negócio, você já teve despesas com pessoal para analisar o contrato”. Entram na conta despesas com certidões, ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), registros e até taxa de avaliação.

A questão da valorização foi lembrada pelos especialistas. “A questão da localização do imóvel é importante, porque o bairro pode valorizar, mas também desvalorizar o imóvel”, afirma Modernell. “Essa é uma armadilha psicológica. As pessoas sempre pensam que o imóvel valoriza”, afirma Calil. “O que valoriza um imóvel é o desenvolvimento do bairro ao seu redor. Se este bairro já estiver formado, provavelmente seus preços já estão próximos do pico com baixo potencial de elevação”, explica o educador.

Como todo contrato de longo prazo, existem riscos macros e familiares”, ressalta Modernell. Na esfera macro, a economia local pode não crescer como o esperado, impactando no mercado de trabalho e fazendo o mutuário ter menos crédito e, até, perder o emprego. Esses riscos, avalia o educador, devem ser levados em conta. “Se você fica sem pagar o financiamento, além da dívida, pode perder o imóvel”, conclui Calil.

Perigos na hora de alugar

Na hora de alugar um imóvel, as principais armadilhas financeiras podem estar nas contas feitas pelos inquilinos. “É preciso ponderar os gastos, que não são somente do aluguel”, afirma Modernell. Segundo ele, o mais importante é colocar tudo no papel, lembrando que o comprometimento da renda com a locação não deve ultrapassar os 30%.

Nessa conta, avalia o educador, devem entrar o valor do condomínio e o valor do estacionamento, caso o imóvel não tenha garagem.

Por isso, alerta Modernell, é importante avaliar o custo-benefício e adequá-lo às necessidades e ao bolso de quem procura um imóvel para alugar. Para ele, no fim das contas, deixar de ler atentamente o contrato pode ser uma das principais armadilhas na transação.

Todas as contas feitas pelos educadores não significam que comprar um imóvel seja menos vantajoso que alugar. Cada um deve pensar qual opção pode ser mais vantajosa de acordo com a situação econômica na qual se encontra.

Quem não tem imóvel deve alugar de quem tem para morar. E quem não tem dinheiro deve alugar dinheiro de quem tem para satisfazer seu desejo de comprar”, afirmou Calil. “A cultura do brasileiro diz que aluguel é dinheiro jogado fora. Se você acredita nisso, então escolha o menor desperdício”, reforça. “Você pode ter seu imóvel. Escolha o caminho mais fácil para isso sem cair na armadilha das falsas crenças“, ressalta Calil.

Fonte: Uol Casa e Imóveis

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Métodos para identificar o custo de benfeitorias nas avaliações de imóveis

Avaliações de imóveis isolados

É muito comum o perito-avaliador defrontar-se com avaliações de casas isoladas em terrenos que, devido à espécie do lote, ao tipo de benfeitorias e à área de construção, tornam impossível encontrar ofertas, na mesma região, semelhantes ao imóvel a ser avaliado, de maneira que se possa compará-los diretamente.
Nesses casos, é necessário avaliar segundo o Método Evolutivo, melhor descrito no item 30.18 do livro Manual de Perícias (autor Rui Juliano), segundo o qual, o imóvel é avaliado conjugando-se dois métodos distintos. Por exemplo: o terreno é avaliado pelo Método Comparativo de Dados de Mercado, utilizando-se uma simples média de imóveis ofertados ou, sofisticando-se, a regressão múltipla, e as benfeitorias, pelo Método de Quantificação do Custo de Benfeitorias, empregando-se basicamente o Custo Unitário Padrão da Construção Civil – CUB por metro quadrado.

Método de Quantificação de Custo

O Método de Quantificação de Custo é utilizado para identificar o custo de reedição de benfeitorias ou custo de reprodução, podendo ser apropriado pelo Custo Unitário Básico de Construção ou ainda por orçamento, com citação das fontes consultadas.
O mais comum é realizarem-se avaliações utilizando-se o Custo Unitário Básico de construção, precisamente o já citado CUB, editado pelos Sindicatos das Indústrias da Construção Civil de cada Estado. Nesse caso, é possível calcular o valor da construção como nova, aplicando-se o modelo existente definido no livro.

A identificação do custo pelo orçamento detalhado é feita através de levantamento dos quantitativos de materiais e serviços aplicados na obra. De acordo com as especificações dos materiais e serviços utilizados para a execução da benfeitoria, coletam-se os seus respectivos custos em fontes de consulta especializadas, sendo que no preenchimento da planilha orçamentária deve constar o de todos os serviços. Devem também ser indicados a unidade de medida, a quantidade, o custo unitário, o custo total e a fonte de consulta.

Cálculo da depreciação física

O cálculo da depreciação física pode ser realizado de duas formas:

  • pelo modo analítico, no qual se faz necessária a realização de um orçamento da recomposição do imóvel à condição de novo;
  • pela aplicação simples de coeficiente de depreciação, que leve em conta a idade da construção e o seu estado de conservação. Esse coeficiente deve ser aplicado sobre o valor depreciável.

O segundo tipo é mais usual nos laudos judiciais, em pode ser aplicada a consagrada Tabela Ross-Heideck de depreciação (clique aqui para mais detalhes).

Por outro lado, o custo de reedição da benfeitoria seria o resultado do custo de reprodução subtraído da parcela relativa à depreciação, que é a perda de valor de um bem devido a modificações em seu estado ou qualidade, pode ser ocasionada pela:

  • Decrepitude: desgaste de suas partes constitutivas, em consequência de seu envelhecimento natural, em condições normais de utilização e manutenção.
  • Deterioração: desgaste de seus componentes em razão de uso ou manutenção inadequados.
  • Mutilação: retirada de sistemas ou componentes originalmente existentes.
  • Obsoletismo: superação tecnológica ou funcional.

Por último, o Método Comparativo Direto para a Avaliação de Custos é aquele que considera uma amostra composta por imóveis com projetos semelhantes, a partir da qual serão elaborados modelos seguindo os procedimentos usuais do Método Comparativo Direto de Dados de Mercado.

As matrículas dos imóveis, a serem juntadas como anexos aos trabalhos avaliatórios, são elementos importantes para a identificação do imóvel, fornecendo sua localização e situação, assim como dimensões e benfeitorias que possuem.

Se for avaliado um terreno com benfeitorias e na matrícula constar apenas o terreno, sem as mesmas, é sinal de que o imóvel, possivelmente, não possui projeto aprovado pela prefeitura, o habite-se, ou não estão saldadas as suas dívidas de construção junto aos órgãos oficiais.

Uma solução prática – Vistoria Online

O site Laudo de Vistoria Online (www.vistoriaonline.com) possui uma solução prática para realizar vistorias em imóveis.
Através dele, o vistoriador realiza a vistoria através do seu celular ou notebook diretamente do imóvel.
Ele define a quantidade de cada cômodo (2 quartos, 1 banheiro, 1 cozinha) e inicia a vistoria. Ao finalizar, a empresa recebe um e-mail em tempo real, com a vistoria já padronizada (com as melhores práticas do mercado) e aberta para customização.
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Dica do Rui Juliano

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A importância dos cartórios nas operações imobiliárias

A lei 6.015 de 31 de dezembro de 1973 trata dos Registros Públicos, ou seja, dos serviços prestados por serventuários privados com o objetivo de dar autenticidade, segurança e eficácia aos atos jurídicos.
Os registros de que estamos tratando são os seguintes:
  1. o registro civil das pessoas naturais;
  2. o registro civil das pessoas jurídicas;
  3. o registro de títulos e documentos;
  4. o registro de imóveis.
Para cada tipo de registro acima mencionado, há o respectivo cartório:
Para o registro civil das pessoas naturais, Cartórios de Registro de Nascimentos, Casamentos e Óbitos;
para o registro civil das pessoas jurídicas e para o registro de títulos e documentos, Cartórios de Registro de Títulos e Documentos e para o registro de imóveis, o Cartório de Registro de Imóveis.
Em alguns municípios, esses serviços podem estar concentrados em um único cartório, acumulando assim essas funções registrarias.
Além dos cartórios acima mencionados, há os Cartórios de Notas, também conhecidos como Tabelionatos de Notas, responsáveis pela lavratura dos instrumentos públicos (por exemplo, escrituras de compra e venda; escrituras de testamento; escrituras de emancipação; etc).
Vejamos de maneira resumida, a relação de cada um desses cartórios com as operações imobiliárias.

Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais

Neste cartório são registrados nascimentos, casamentos, óbitos, emancipações, interdições, declarações de ausência, opções de nacionalidade e sentenças que definirem a legitimação adotiva.
Portanto, por meio das certidões expedidas pelo Cartório de Registro Civil de Pessoa Natural, podemos confirmar, por exemplo, o estado civil da pessoa com quem está sendo mantida alguma negociação de imóvel. Se o vendedor se declara casado, será por meio da certidão de casamento fornecida pelo Cartório de Registro Civil de Pessoas Naturais que poderemos confirmar o estado civil declarado e qual o respectivo regime de bens.
Na venda de um imóvel, vale lembrar, é fundamental conhecer o regime de bens adotado pelo vendedor, pois se for pelo regime da comunhão universal de bens ou da comunhão parcial de bens, o cônjuge deverá comparecer no ato da venda, assinando o instrumento também como vendedor.

Cartórios de Registro Civil de Pessoas Jurídicas e de Registro de Títulos e Documentos

Em se tratando de registro de pessoas jurídicas, cabe ao Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas e de Títulos e Documentos inscrever os contratos de sociedades simples, estatutos de associações, estatutos de partidos políticos e fundações.
Também nesse cartório será feito o registro de jornais, periódicos, oficinas impressoras, empresas de radiodifusão e agências de notícias.
Portanto, se uma das partes envolvidas na negociação de imóvel for uma pessoa jurídica (por exemplo, sociedade, associação, fundação) que seja registrada no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas e de Registro de Títulos e Documentos, deve a outra parte, solicitar uma certidão do cartório pela qual se tem a certeza de todos os dados dessa pessoa jurídica, ou seja, os sócios, o endereço da sede, o objeto social, de que modo se dá a sua representação (ou seja, quem assina pela pessoa jurídica), o capital social e todas as demais cláusulas que integram o seu contrato social.
Vale lembrar que quando se trata de pessoa jurídica que tem no desempenho de sua atividade o chamado “elemento de empresa”, e portanto, trata-se de uma “sociedade empresária”, o registro de seus atos sociais é feito na Junta Comercial de cada Estado.
No que se refere ao registro de títulos e documentos, o objetivo é deixar arquivado no cartório, os seguintes atos: instrumentos particulares, contratos de penhor, termo de caução de títulos de crédito, contrato de penhor de animais, contrato de parceria agrícola ou pecuária e de qualquer outro documento que se pretenda conservar.
Cabe destacar que, com relação a operações imobiliárias, especialmente as de compra e venda, os efeitos que produz o registro do contrato nos cartórios de registro de títulos e de documento limitam-se a conservação dos documentos e demonstração da época em que tais documentos tenham sido ajustados, limitando-se assim, a produzir os efeitos entre as partes contratantes.
Na próxima semana, trataremos dos Tabelionatos de Notas (cartórios responsáveis pelas lavraturas das escrituras – instrumentos públicos) e dos Cartórios de Registro de Imóveis (responsáveis por dar publicidade a todos os atos relativos aos imóveis).

Fonte: UOL Casa e Imóveis

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Proprietário que não acompanha locação pode ter surpresa no final do contrato

A atenção do proprietário de um imóvel deve permanecer redobrada durante o período vigente do contrato de aluguel, entre ele e o inquilino. O objetivo é não sofrer com surpresas no decorrer de todo o processo de locação.

De acordo com a empresa de administração imobiliária Lello Imóveis, os locatários precisam se policiar em assuntos que muitas vezes acabam sendo deixados de lado, como o recolhimento do IPTU, água, luz, gás e condomínio.

“Se o inquilino não pagar o IPTU, por exemplo, vira dívida ativa do Município e como a carta da Prefeitura é endereçada ao imóvel alugado, o locador pode nem tomar conhecimento do problema e acumular uma dívida significativa junto aos cofres públicos”, afirma a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.

Cuidados

Entre os cuidados mais importantes que o proprietário deve tomar está a transferência de contas de água, luz e gás para o nome do inquilino, uma vez que esses encargos passam a ser de responsabilidade do morador do imóvel.

A falta de acompanhamento adequado em relação ao pagamento dessas despesas pode trazer sérios transtornos e onerosos gastos ao locador, durante o processo completo da locação.

Fonte: UOL Casa e Imóveis

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Países de língua portuguesa firmam convênio para a venda de imóveis

Secovi-SP é uma das três entidades participantes da Cimlop (Confederação Imobiliária de Língua Oficial Portuguesa), cuja diretoria será empossada dia 22/10, em Lisboa/Portugal

João Crestana, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), e diretores da entidade receberam, dia 7/10, o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (Apemip), Luís Lima, também presidente da Comissão Instaladora da Cimlop – Confederação Imobiliária de Língua Oficial Portuguesa, que engloba Portugal, Angola e Brasil. O País é representado pelo Secovi-SP e pela Cofeci.

O objetivo do encontro foi comunicar que a posse da primeira diretoria da Cimlop será em Lisboa, dia 22/10, e que nas próximas semanas serão definidos nomes para os cargos de presidente de Assembleia, presidente do Conselho Consultivo, vice-presidente da Confederação, vice-presidente do Conselho Fiscal, secretário e suplente para concorrerem à eleição desta primeira chapa.

Na ocasião, Lima apresentou o primeiro produto criado pela Cimlop: o portal Property LOP (Língua Oficial Portuguesa). Trata-se de uma plataforma de comercialização de imóveis dos países associados, que prevê comissão compartilhada entre os corretores dos três países. O Secovi-SP deve integrar o portal por meio da base de dados de imóveis da Rede Secovi.

Para Crestana, essa parceria visa a integrar mundialmente o setor imobiliário. “O convênio abrirá portas não só para investidores de países de língua portuguesa, mas para todos que acompanham o crescimento mundial da indústria imobiliária”, avalia Crestana.

Estiveram presentes ao encontro os vice-presidentes do Secovi-SP Carlos Borges (Tecnologia) e Flávio Amary (Interior), o presidente do Conselho Consultivo, Romeu Chap Chap, o diretor de Formação Profissional, Antonio Conde, e o superintendente de relações internacionais do Sindicato, Laerte Temple.

Histórico – No último dia do Sima – Salão Imobiliário de Angola 2010, em 9/5, aconteceu a cerimônia de assinatura e instalação da Cimlop – Confederação Imobiliária de Língua Oficial Portuguesa, constituída por entidades angolanas, portuguesas e brasileiras.

Pelo Brasil, figuram Secovi-SP e Cofeci – Conselho Federal dos Corretores de Imóveis. De Portugal, estão Apemip – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal e AICCOPN – Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas. Angola está representada pela Apima – Associação dos Profissionais Imobiliários de Angola.

Saiba mais sobre a Cimlop em www.cimlop.com.
Fonte: SECOVI

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