Inscrições para o Curso de Vistoria de Sinistro de Automóveis para mulheres

A Escola Nacional de Seguros realiza novamente o curso Vistoriador de Sinistro de Automóveis para Mulheres, em São Paulo. Voltado para o público feminino que deseja ingressar em uma atividade antes dominada pelos homens, o curso ensina a vistoriar e analisar sinistros com a precisão exigida pelo mercado.

As aulas, com carga horária de 60h/a, serão ministradas por Andresa Pugliese, psicóloga que realiza treinamentos técnicos e comportamentais para diferentes empresas, e Fábio Carbonari, inspetor de Risco e Sinistro, regulador de sinistros e consultor deGerenciamento de Riscos. O conteúdo do curso inclui Conceitos Básicos de Seguros / Noções de Seguro de Automóveis / Identificação Visual de Veículos Nacionais e Importados / Vistoria de Sinistro de Automóveis / Processo de Vistoria de Sinistro: Investimentos, Relatórios e Encerramento.
Para se inscrever é necessário ter Ensino Médio Completo. As aulas vão do dia 19 de outubro a 5 de dezembro – às 2ª, 4ª e 6ª – das 19h às 22h15. As visitas técnicas são agendadas para os sábados.[2]
O investimento é de R$ 850,00, à vista ou 2 parcelas de R$ 425,00 (depósito identificado para Escola Nacional de Seguros AG 2913-0 CC 90-6). As inscrições devem ser feitas na secretaria da Escola, na Rua São Vicente, 181, Bela Vista. Mais informações pelo telefone (11) 5212-2100 ou pelo e-mail secretaria@funenseg.org.br.

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Após finalizar sua vistoria de entrada, ela também serve de base para você realizar a de retificação (contestação) e a de saída, o que facilita seu trabalho e economiza tempo.
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Fonte: Segs

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Especial Investimento: Fundos imobiliários são melhores que renda fixa?

Com o alto grau de imprevisibilidade da bolsa, muitos brasileiros têm corrido para os investimentos em renda fixa. Ainda que o Banco Central tenha reduzido os juros de 12,5% para 12% ao ano, os títulos públicos brasileiros ainda pagam uma das taxas mais atrativas do mundo com um risco baixíssimo. Outro investimento que tem chamado a atenção dos brasileiros são os fundos imobiliários, que, desde 2005, garantiram a melhor rentabilidade aos investidores.

Na hora de avaliar se é melhor a renda fixa ou os fundos imobiliários, muitos brasileiros ficam com a primeira opção porque temem investir em imóveis após a rápida valorização dos últimos anos. Para Luiz Augusto Faria do Amaral e José Alves Neto, sócios da TRX Realty, entretanto, o momento ainda é muito bom para comprar quotas de fundos. Ainda que todo o discurso deva ser lido com algum senso crítico porque os dois trabalham em uma gestora de fundos imobiliários que planeja fazer três ofertas públicas até o início de 2012, a argumentação em si parece bem consistente e interessante, conforme os leitores de EXAME.com podem conferir a seguir:

“O momento ainda é muito positivo para nosso setor. Muita gente que analisa o investimento em fundos imobiliários erra ao simplesmente comparar o rendimento dos fundos DI com a receita gerada pelos aluguéis de imóveis. Em geral, os fundos imobiliários buscam um retorno de cerca de 9% ou 10% em dividendos anuais oriundos de aluguéis. Se a pessoa comparar com o que promete render um fundo DI hoje em dia [pouco menos de 12%], vai parecer que o investimento não é interessante.

Mas é importante lembrar que a maioria dos contratos de locação de imóveis no Brasil é reajustada pelo IGP-M. Como os aluguéis pagos hoje serão maiores daqui a 12 meses, a quota dos fundos imobiliários também tende a se valorizar nesse período ainda que o preço dos imóveis se estabilize ou suba com muito menos vigor nos próximos anos. O correto, portanto, é comparar o rendimento do fundo imobiliário com o ganho real, já descontada a inflação, de um fundo DI ou de um título público.

Considerando uma inflação de 6% para os próximos 12 meses, esses fundos dariam um rendimento real inferior a 6% ao ano. Se os juros continuarem a cair como o mercado espera, a vantagem dos fundos imobiliários sobre a renda fixa vai crescer ainda mais. Além disso, o fundo imobiliário com quotas negociadas na BM&FBovespa é isento de Imposto de Renda para pessoas físicas enquanto que, com títulos públicos ou fundos DI, a Receita Federal vai ficar com 22,5% a 15% dos ganhos.

É lógico que o risco de vacância ou inadimplência de um imóvel é bem maior que o de um calote do governo federal. Inquilinos problemáticos fatalmente vão reduzir o rendimento de um fundo imobiliário. Mas não acho que o risco seja tão maior que justifique o prêmio pago pelos fundos imobiliários em relação aos títulos públicos. Se o fundo comprar imóveis bons, que tenham sido construídos de acordo com os padrões desejados pelas empresas brasileiras, mesmo que algum inquilino decida se mudar, rapidamente será possível encontrar outra companhia para ocupar o espaço. A queda no valor dos dividendos pagos, portanto, será apenas momentânea.

Por outro lado, os títulos públicos podem ter riscos que não existem com fundos imobiliários. A inflação é um deles. O Tesouro Nacional até oferece títulos públicos que protegem o investidor da alta dos preços [as NTN-B com vencimento em 2035 pagam uma remuneração equivalente ao IPCA mais 5,7% ao ano]. Nesse caso, entretanto, a vantagem do investidor que opta por um fundo imobiliário e consegue 9% ao ano mais IGP-M é ainda maior. É verdade que o título público garante o IPCA e o fundo imobiliário só terá como referência o IGP-M para a valorização da quota. Mas, de novo, a correlação entre inflação e valor da quota é altíssima e o retorno adicional parece ser bem superior ao risco.

E ainda há o risco contrário, de que os imóveis continuem em alta no Brasil. Após a forte valorização desde 2007, os preços já não estão nenhuma pechincha. É necessário procurar muito para achar terrenos ou imóveis com preços interessantes. O investidor que vai atrás de um imóvel pronto hoje deve conseguir uma remuneração líquida de cerca de 0,8% ao mês. Mesmo com os preços elevados dos imóveis, se o gestor do fundo conseguir comprar bem uma propriedade, esse ganho pode ser acrescido com a valorização futura da propriedade.

O que procuramos fazer é comprar imóveis de propriedade de empresas que depois alugamos para elas mesmas por meio de contratos de longo prazo, uma operação conhecida como “sale and lease-back”. Outra operação que gostamos é chamada de “build to suit” – ou a construção de um imóvel com as características ideais para uma determinada empresa em troca também de um contrato de locação de longuíssimo prazo. O risco de o imóvel ficar vago nesses casos é muito baixo.

Já o risco de queda do valor dos imóveis é visto no mercado como remoto. Em matéria de preços, o setor imobiliário é tradicionalmente bem mais estável que outros, como a bolsa. Só costuma haver queda no valor dos imóveis em casos como o dos EUA em 2008, quando muita gente que comprou imóvel financiado resolve devolvê-lo ao banco quando percebe que o preço de compra era irreal após as mudanças nas condições de mercado.

Aqui no Brasil, o volume de crédito ainda é bastante baixo. Não vai haver uma enxurrada de imóveis retomados pelos bancos se houver alguma crise. Pelo que sentimos do mercado imobiliários, dificilmente haveria uma sobra de imóveis que justificasse a queda dos preços. Até pode ocorrer alguma queda no mercado residencial ou de salinhas comerciais. Mas em se tratando de lajes corporativas ou galpões logísticos, ainda há um grande déficit no Brasil. A oferta não consegue atender a demanda das empresas. Se a economia desandar, o risco que enxergamos é mesmo o de vacância ou inadimplência caso o gestor não tenha comprado bons imóveis.

Outro aspecto que qualquer investidor deve olhar em relação aos fundos imobiliários é a liquidez. No passado, investidores que comprassem um volume muito grande de quotas de um fundo poderiam ser obrigados a esperar algum tempo para vender tudo sem algum deságio. Mas a liquidez tem deixado de ser um problema para quem investe em fundos imobiliários. Os volumes de quotas negociadas na BM&FBovespa têm crescido rapidamente. Já não vejo grande vantagem nesse aspecto para quem investe, por exemplo, em títulos públicos [em que o Tesouro Nacional faz a recompra dos papéis todas as quartas-feiras].

Como tem muita gente querendo comprar e pouca gente querendo vender quotas, a liquidez é mais um problema para quem vai investir do que para quem vai desinvestir. É na hora da compra que pode haver algum ágio quando o volume desejado é grande.

Por último, há a aplicação inicial mínima. Os valores exigidos para entrar em alguma oferta pública de fundo imobiliário variam muito. Já montamos fundos com aplicação inicial mínima de 10.000 reais. Algo bastante acessível, portanto. Mas não são apenas as pessoas que têm esse dinheiro que podem investir em fundos imobiliários. Lançamos há algum tempo um fundo em parceria com o Morgan Stanley que teve quotas inicialmente precificadas em 100 reais cada. Com um pouco mais de dinheiro do que isso, uma pessoa pode comprar uma quota desse fundo na BM&FBovespa pela cotação atual. Então, no mercado secundário, pode ser até mais fácil investir em fundos imobiliários do que comprar um título público.”

Fonte: Exame

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Leilões – A nova onda de venda de imóveis de forma rápida sem muito desconto

Imobiliária já testa sistema de leilões que promete permitir a venda de um imóvel em 15 dias sem que seja necessário oferecer um grande desconto para atrair o comprador

O braço brasileiro da Century 21, a maior imobiliária do mundo, já testa um novo serviço que promete descomplicar a vida de alguém que precisa vender um imóvel rápido, mas não está disposto a oferecer um grande desconto para encontrar um comprador. A imobiliária vai importar uma fórmula muito bem-sucedida na Austrália e planeja realizar leilões em que os interessados poderão disputar a compra de um imóvel pela internet.

O sistema é bem diferente do utilizado atualmente no Brasil, onde somente imóveis retomados pelo banco ou penhorados pela Justiça costumam ir a leilão. Hoje, os riscos para o comprador são elevadíssimos, uma vez que a maioria dos imóveis continuam ocupados pelo devedor do banco ou da Justiça, não podem ser visitados antes de ser arrematados e quase nunca estão em perfeito estado de conservação. Muitos problemas do imóvel, portanto, só serão conhecidos pelo comprador meses depois, quando os ocupantes forem despejados.

O modelo da Century 21, entretanto, prevê que somente sejam leiloados “imóveis descomplicados”. No dia da venda, o imóvel estará desocupado. A transferência dos documentos e a entrega das chaves ao comprador poderão ser realizadas no mesmo dia em que o pagamento for efetuado. Para facilitar a identificação de um “imóvel descomplicado”, esses leilões não serão feitos paralelamente aos de imóveis penhorados ou retomados pelo bancos. “Será um ambiente exclusivo”, diz o presidente da Century 21 no Brasil, Ernani Assis.

Para o vendedor, o leilão promete ser uma forma de vender o imóvel rápido sem conceder um desconto enorme para atrair um comprador. O mercado imobiliário não oferece a mesma liquidez que outros investimentos, como ações ou títulos públicos. Segundo a Century 21, conseguir um comprador para um imóvel costuma levar 43 dias na cidade de São Paulo e 64 dias na média nacional. Com os leilões, será possível se desfazer da propriedade em apenas 15 dias.

Já o comprador tem a vantagem de saber que o vendedor está realmente disposto a vender a propriedade, não perderá tempo com negociações desgastantes, não terá de se preocupar com a possibilidade de comprar um imóvel penhorado porque toda a documentação já terá sido checada e, se tudo der certo, conseguirá comprá-lo com algum desconto.

Os leilões quinzenais devem começar a acontecer a partir de 1º de novembro. Até lá, a Century 21 deve realizar diversos testes. Na única experiência já realizada, os resultados foram considerados bem positivos. Uma empresa especializada foi contratada para avaliar o preço justo de um apartamento no Itaim Bibi e chegou a valor de 650.000 reais. O valor inicial para o arremate em leilão, entretanto, foi reduzido para 610.000 reais como forma de atrair um número maior de interessados e aumentar a disputa pelo imóvel.

A estratégia deu certo, e o imóvel acabou leiloado por 750.000 reais – um ágio de 23% sobre o lance mínimo. Os valores ainda não incluem os custos da transação. O vendedor terá de pagar uma comissão à Century 21 que corresponde a 6% do valor final (750.000 reais) – o mesmo percentual estabelecido como padrão em qualquer transação imobiliária. No entanto, quem se desfaz do imóvel também terá de arcar com o custo para sua avaliação por uma empresa especializada – algo em torno de 400 reais. Já o comprador terá de pagar a comissão do leiloeiro, que corresponde a 5% do preço pago pelo imóvel – um custo que não existe no modelo tradicional.

Riscos

O vendedor deve estar bastante confortável com o valor inicial do leilão e não deve colocá-lo à venda dessa forma se estiver descontente. Ernani Assis, da Century 21, acredita que seja possível obter um ágio médio de 25% sobre o valor mínimo a cada leilão. Não há nenhuma garantia, entretanto, de que isso vá acontecer, e, depois de batido o martelo, não será mais possível voltar atrás. Já o comprador não pode se empolgar e oferecer mais dinheiro do que o definido previamente pelo imóvel. Como em qualquer leilão, é preciso ter sangue frio e agir como um profissional.

O risco de se decepcionar com o imóvel como em um leilão bancário ou judicial, entretanto, não existe. Em qualquer leilão de imóveis realizado pela Century 21, o vendedor terá de abrir as portas do imóvel aos interessados ao menos durante um dia inteiro. Será possível passar várias horas lá dentro e checar o estado e as características de cada cômodo em detalhes. Os interessados estarão acompanhados por um corretor e eventualmente de seguranças. Se constatar que o imóvel está danificado, o comprador poderá colocar isso no preço máximo a ser oferecido.

O catálogo com os imóveis ofertados poderá ser acessado no site da Zukerman, a empresa contratada para realizar os leilões. Também será possível dar lances pela internet – um meio que permite a participação simultânea de muita gente e evita viagens e deslocamentos. Quem se sentir mais confortável, também poderá ir à sede da Zukerman em São Paulo para participar. Se alguém der um lance vencedor pela internet ou presencialmente e depois desistir, terá de arcar com uma pesada multa.

O pagamento pode ser financiado da mesma forma que qualquer outra transação imobiliária. O cheque com a parcela à vista deve ser entregue até 24 horas após o leilão. Já a carta de crédito que garante o pagamento da fatia restante precisa ser obtida previamente. No dia do leilão, o comprador já terá tido sua capacidade de crédito analisada e aprovada pelo banco, que também já terá conhecimento do imóvel que está sendo leiloado. Como em qualquer transação imobiliária, o banco só depositará o dinheiro na conta do vendedor após a transferência da escritura.

A Century 21 aposta no sucesso do modelo. O contrato de exclusividade fechado com a Zukerman prevê que serão vendidos 1.804 imóveis por meio de leilões nos primeiros dois anos de parceria. Para garantir que não faltem vendedores interessados em utilizar o sistema de leilão, a Century 21 planeja dar incentivos aos corretores. A comissão paga aos funcionários na venda de imóveis em leilão será maior que a normal – refletindo uma venda mais rápida e menos custosa.

Se tudo correr como esperado pela Century 21, as únicas pessoas que saem perdendo com o novo sistema de leilões são os investidores que ganham dinheiro com a compra de imóveis de vendedores enforcados em dívidas como forma de obter um grande deságio na transação.

Fonte: Exame

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Vistoria de imóvel previne incômodos após a compra e locaçao

Recorrer a profissionais capacitados em todas as fases da compra evita incômodos para o futuro morador. Sobretudo se a construção tem mais de 20 anos.

O primeiro passo é a escolha de uma imobiliária de confiança, indica Antonio Azmuz, diretor da Auxiliadora Predial. O cuidado é para que o corretor seja um aliado.

Durante as visitas, “o comprador precisa olhar as torneiras, se as tomadas estão funcionando, procurar rachaduras e até subir na laje”, recomenda Dalton Toledo, do Portal ZN Imóveis.

As visitas não excluem, porém, a vistoria técnica feita por perito. O serviço custa, em média, R$ 2.000.

O profissional contratado pode perceber problemas invisíveis aos olhos de leigos.

“Às vezes a unidade está em bom estado, mas em breve o condomínio vai precisar de uma reforma”, explica o conselheiro do Ibape (instituto de avaliações e perícias de engenharia) Nelson Nór.

Em casos assim, a avaliação serve como ferramenta de negociação por descontos.

Para o professor Cláudio de Tavares Alencar, do núcleo de Real Estate da Universidade de São Paulo, o raciocínio é simples. “Se você compra um carro usado, não leva ao mecânico para ver se está funcionando? Por que com o imóvel seria diferente?”

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Fonte: Folha.com

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Vistoria de imóvel vale a pena? Trata-se de uma ferramenta de apoio às transações imobiliárias

A vistoria de imóvel para fins de locação não ser vista apenas do ponto de vista de uma exigência legal. Antes de tudo, ela é um instrumento que traz transparência e segurança às partes envolvidas, e pode ser utilizada como uma poderosa ferramenta de apoio às transações imobiliárias em geral. Para isso, podemos recorrer a empresas especializadas com “expertise”, credibilidade e know how.

Vistoria para Locações

Além de estar prevista para efeitos de locação de imóveis, é interessante para as partes que também no ato de entrega se faça nova vistoria, para uma melhor constatação e comparação dos registros feitos anteriormente. Hoje, podem ser feitas vistorias que, além da constatação das condições do imóvel para fins de locação, também agregam às mesmas a possibilidade de se realizar um registro de todo o conteúdo (imóvel locado com mobiliário). Com isso, gera-se um inventário do conteúdo do imóvel, documento que gera um TERMO DE INVENTÁRIO a ser conferido e assinado entre as partes quando da entrada e entrega do imóvel. Todos os elementos desta vistoria, podem ter anexados um “registro fotográfico”, além de minuciosa descrição dos objetos.

Vistoria para compra e venda

Uma outra face interessante deste tipo de vistoria, é que ela pode muito bem servir para os interessados em transações de compra e venda de imóveis, pois possibilita às partes um registro das exatas condições do imóvel em níveis estéticos quando da assinatura do Contrato de promitente Comprador ou do recibo de compra e venda definitiva. Também este laudo de vistoria é acompanhado, além da descrição, de registro fotográfico, qualquer que seja o imóvel. E nada melhor que contratar uma empresa especializada, para a realização de um laudo de vistoria imparcial e justo para as partes.

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É o fim da prancheta!

Fonte: CRECI RS

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Vistoria de imóveis para avaliação e definição de valor leva cerca de dez minutos

“Demorou cerca de dez minutos. Achei que [o engenheiro] iria abrir as torneiras, mas ele só olhou”, relata a jornalista Aline Ferreira, 26, sobre a avaliação feita em seu apartamento em Santa Cecília (centro de São Paulo).

“A vistoria é feita visualmente”, confirma o engenheiro Eduardo Burger, da Avaliar, que realizou o procedimento no apartamento de Ferreira. Verificam-se defeitos como trincas e presença de umidade nas paredes, diz.

“Consideramos a idade aparente do imóvel. O prédio pode ter 40 anos, mas a unidade pode ter cara de cinco ou de dez se foi reformada.”

Ao coletar dados para a análise comparativa, Burger, que afirma fazer esse trabalho há mais de 20 anos, diz que, “a princípio”, o porteiro é tido como uma “fonte fidedigna, séria”.

“Às vezes você ignora a informação se vê que a pessoa fala bobagem”, pondera. “Há, por exemplo, o porteiro doutrinado por quem quer comprar o imóvel, para passar um certo valor. Com os anos de experiência, você percebe a malandragem.”

Quando o cliente pede uma reavaliação, o trabalho demora mais, de cinco a dez dias -na primeira, são de três a cinco. É feito um laudo mais complexo, com um maior número de elementos.

Discordâncias na avaliação geralmente surgem quando o preço do bem se aproxima de valores que dividem linhas de crédito. Para se enquadrar no SFH (Sistema Financeiro da Habitação), que viabiliza juros menores, o imóvel não pode valer mais que R$ 500 mil -o mesmo teto se aplica para obter a liberação do FGTS.

“Há mais divergências no caso de imóveis usados, em que os acabamentos e o estado de conservação variam mais”, observa o advogado Marcelo Manhães, presidente da Comissão de Direito Urbanístico da OAB-SP.

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Fonte: Folha.com

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Dicas Corretor de imóveis: Veja como utilizar as parcerias para vencer a concorrência e vender ainda mais imóveis

O mercado imobiliário esta a cada dia mais competitivo.e o corretor de imóveis vem ganhando mais concorrentes não só de outros corretores ou imobiliárias mas também construtoras e incorporadoras. Então como se sair bem em um mercado tão competitivo.
As parcerias hoje são uma ótima estratégia para conseguir novos negócios e não ficar tão dependente de uma ou outra empresa, enfrentar a escassez de produtos  e aumentar as vendas.
Veja outras vantagens de fazer parcerias com outros profissionais do mercado imobiliário.

Aumento da área de atuação

Com o avanço da tecnologia o corretor de imóveis pode oferecer imóveis para clientes em qualquer lugar do Brasil e do mundo, mas para isso dar certo é necessário ter parceiros em todo lugar, uma boa dica para conseguir parceiros são as redes sociais onde você pode fazer amizade com corretores de toda parte.

Aumento da competitividade

Se você tem vários parceiros seus imóveis irão ser divulgados por vários profissionais em diversos sites, jornais, revistas e outros meios diminuído o custo de divulgação e aumentando seu nível de competitividade.

Aumento de produtos para oferecer a seus clientes

Seu cliente também tem muito a ganhar com suas parcerias pois com vários corretores captando imóveis você terá mais opções para mostrar a seus clientes aumentando sua chance de sucesso na venda

Soma de competências

Criando um circulo de parcerias você pode trocar muitas experiências com outros corretores também estão no mercado vivenciando os mesmos problemas e com isso se manter constantemente atualizado.

Pontos negativos de fazer parcerias

As parcerias no mercado imobiliário as vistas por muitos corretores com maus olhos pois como em toda área existem muitos maus profissionais, então procure pesquisar mais sobre seus parceiros verificar se os mesmos são habilitados e se tem alguma reclamação no Creci.
Também procure fazer parcerias com outros profissionais ligados ao mercado imobiliário e aumente ainda mais suas chances de sucesso.

Autor: Rony de lima meneses,
Responsável pelo Blog Marketing e Publicidade
Imobiliária
www.publicidadeimobiliaria.com

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Motocheck-Up: Vistoria e inspeção gratuita de motos em SP

A 15ª edição do MotoCheck-Up, um serviço oferecido pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), acontece até o dia 23 de setembro (sexta-feira), no horário das 8h30 às 16h30, no estacionamento da megastore Telhanorte-Santo Amaro, na Praça Dom Francisco de Souza, 126, no região do Largo do Socorro (zona sul de São Paulo). A promoção faz parte das comemorações da Semana Nacional de Trânsito 2011.

O evento é alusivo à iniciativa da ONU (Organização das Nações Unidas), que promove a ‘Década Mundial de Ações para Segurança no Trânsito 2011/2020’, com o slogan “Juntos podemos salvar milhões de vidas” e visa orientar e não fiscalizar, além de oferecer avaliação gratuita de 21 itens de segurança dos veículos, vistoria de capacetes, conscientização sobre a importância da pilotagem defensiva, além de distribuir brindes e um vale troca de um litro de lubrificante.

O MotoCheck-Up também está trazendo novidades para os motociclistas. Entre elas, destaque para apresentações práticas sobre a forma correta de se realizar a frenagem. Após participarem de palestra sobre pilotagem segura, os motociclistas podem acompanhar as dicas de um instrutor-técnico sobre a necessidade de se utilizar equilibradamente tanto os freios traseiros quanto os dianteiros.

Na sequência, pilotos profissionais realizarão performances comparando os tipos de frenagem e os resultados alcançados. O teste prático será realizado com freios a tambor, a disco e com sistema ABS, sempre demonstrando a diferença obtida quando se freia corretamente.

“A ação é de extrema importância e já ganhou destaque entre o setor de Duas Rodas. Estamos sempre inovando para atrair cada vez mais participantes. Esperamos receber cerca de cinco mil motociclistas neste Motocheck-Up”, afirma Carlos Weiss, gerente de operações da Abraciclo e organizador do evento.

A 15ª edição do MotoCheck-Up conta com o apoio e colaboração de Telhanorte Santo Amaro, Taurus, Óleo Genuíno Honda, Selenia, Yamalube, Porto Seguro, Alba, ASW Racing, Levorin Pneus, Did, Revista Motociclismo, Polícia Militar, CPtran, Corpo de Bombeiros, Ipem, Sest Senat, SindimotoSP e Centro Educacional de Trânsito Honda.

Serviço
15º Motocheck-Up Abraciclo
Até sexta-feira - 23 de setembro
Das 8h30 às 16h30
Telhanorte Santo Amaro (estacionamento) – Praça Dom Francisco de Souza, 126, Largo do Socorro

Laudos de Vistoria – Uma solução prática

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Fonte: Moto.com.br

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Vistoria veicular: Setor de vistoria do Ciretran tem fila e falta de funcionários em São José